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domingo, 16 de fevereiro de 2014

memórias[in]glórias

Não consigo passar um dia se quer sem que me recorde de nossos bons dias, até mesmo de nossas discussões.
Não direi que desperdicei meu tempo contigo, pois aprendi muito ao longo da caminhada ao seu lado! Seus medos e os modos que você encontrava para dar de saída quando os problemas eram grandes demais para segurar sozinho... Se lembra que eu SEMPRE estive lá, mesmo quando você não queria que eu estivesse, se recorda que eu SEMPRE estive ali?! Sempre o pedi por beijos e abraços, sempre, lamentavelmente, implorava por um pouco de seu amor.
Vivemos e convivemos com a imagem um do outro por um "longo" período de tempo, pude conhecer suas manias, frustrações, seus anjos e demônios, acertos e falhas... Eu o amei e o aceitei sendo quem é; inconsequente, e, claro, maravilhoso...
Mas calma, meu bem! Lembra quando me dissera que o mundo era um moinho, parafraseando Cartola?! Pois vejo que sempre me fora sincero nas palavras. O tempo avança e a realidade consome cada vez mais o pouco que restara de 'fé' no amor. Mas oras, veja-me também; tão louca, demasiada, estupefata e principalmente carente... De seu perfume, sorriso, voz, carente até das picuinhas cotidianas.
Mas o bom é quando noto o amadurecimento, quando me recordo disso tudo sem me lamentar, sem desejo de voltar no tempo, mas sim regozijando de boas memórias, de quando ficávamos juntos. E não o culpo de nada, ao invés disso agradeço-lhe , pois me fizera sentir como é gostar de alguém, e tudo fora como uma linda história, até o dia em que o laço que nos unia se tornara um nó, quando começamos a nos afogar em nós mesmos, e concluímos, que por um período indeterminado, seguiríamos nossos caminhos à 'sós', sem parceiro ou beijo de namorado, mas sempre com acompanhantes e diversão.
Sempre encontramos um modo de exprimir nossas falhas nisso. E nisso sempre fomos parecidos.

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